TIPOS DE PAIS

14 de ago. de 2011


Hoje dia 14 de Agosto é o dia dos pais, sei que deveria ser um dia especial para muitos homens mais nem todos tem esse privilegio, ou até mesmo posso citar "esse luxo" de comemorar esse dia.

Existe muitos homens que levam o papel de pai muito a sério, outros que levam na brincadeira, tem aqueles que fazem parte de um conto de fadas, e aqueles que são verdadeiros heróis ...
a versatilidade de tipos de pai é imensa e fico me imaginando como classificar cada tipo de pai, então tive a ideia de pesquisar no meu grande amigo o Google e descobri cada coisa...



Exator = Faz cobranças minuciosas de tudo

Xerox = o filho tem que ser sua cópia perfeita

Expositor = exibe o filho como um produto numa feira

Autocrata = em casa, quem decide, sou eu

Frustrador = corta, pela raiz, qualquer iniciativa

Caxias = se a lei existe, é para ser cumprida

Chantagista = se não fizer isto, é porque não me ama

Irresponsável = resolva isto com sua mãe

Comerciante = só te dou isto, em troca daquilo

Desligado= ignora tudo o que diz respeito ao filho

Inseguro = quem sabe, pode dar tudo errado

Provedor = tranqüiliza-se dando coisas ao filho

Permissivo = o filho pode fazer tudo o que quiser

Proprietário = o filho é meu e faço dele e com ele o que quero.

Promotor= sempre encontra algo para acusar o filho

Educador= ajuda a desabrochar o adulto que está na criança

Formador= leva a sério a formação integral do filho

Democrata= dialoga para chegara um consenso

Disponível = reserva um tempo precioso para o filho

Observador = acompanha atento as etapas do desenvolvimento do filho

Previdente = prepara o filho para aprender com os fracassos porvir

Agradecido = reconhece no filho um presente de Deus, aos seus cuidados

Libertador= alerta que a verdadeira liberdade é um bem que se conquista Responsável= paga o preço de nunca ser omisso

Religioso= revela que a vida não se limita aos horizontes terrenos.

Paciente= ensina que a maturidade não acontece sem tropeços

Esperançoso= acena para a luz, que está sempre no fim do túnel

Corajoso = enfrenta os combates pelo sentido da vida

Prudente= orienta afazer os passos, de acordo comas pernas

Realista = prepara o filho para viver muito além dos limites da família



Outros tipos de Pais e o poder de suas influencias


  • Super-protetor: É o que faz tudo por todos da casa e evita qualquer tipo de frustração ou conflito do (a) filho (a). No fundo, quer viver a vida dos filhos. Age compulsivamente, isto é, sem saber que super protegendo está castrando, está impedindo os filhos de crescerem como pessoas.


  • Influencia: O filho (ou a filha) na infância e na adolescência terá como traços marcantes a insegurança e a falta de iniciativa, e se não se esforçar bastante não chegará ao estado adulto. Sem autonomia, mesmo casado não dará um passo sem consultar o paizão.


  • Autoritário: Fechado ao diálogo. Imaturo, não é capaz de acompanhar as mudanças da realidade. Não sabe colocar seus problemas e perde a calma por achar que os familiares não o compreendem. Acha que seu ponto de vista sempre é o certo e racionaliza: "Sou rude e mandão para seu bem, filho". Debocha dos fracassos dos filhos e não lhes dá o devido valor.


  • Influencia: O filho por certo será sonhador, influenciável, bastante sensível e com tendência ao isolamento. Ou o oposto: fechado, radical, dominador e agressivo fora de casa. Mas em casa vive calado e ansioso, pois sempre espera reações agressivas do pai. O adolescente ou imitará o pai na vida social ou se engajará num grupo de jovens desobedientes, no qual será um obediente carneiro.


  • Agressivo: É o pai em contínuo estado de agressão. Em qualquer situação que não lhe agrada, agride com palavras. E se tem o revide, parte para a violência.


  • Influencia: Seu filho não respeita os colegas de classe. Possessivo, não dá, só toma dos colegas. Repete o pai, em geral um ignorante, que se de posses, é um cafona, ou seja, o que, numa festa, pensa estar abafando mas realmente está tendo uma conduta ridícula aos olhos dos mais finos e cultos, dos mais educados e refinados.


  • Submisso: Não tem voz ativa no lar. É dominado sobretudo pela mulher. Deixa os fatos relarem e não toma iniciativa. Espera tudo da mulher e dos filhos.


  • Influencia: O filho por certo era contra ele, subjugando-o, a exemplo da esposa. Não é modelo. geralmente um filho (ou uma filha) assume o que ele não assumiu, que é o papel masculino, e daí decorrem atritos com a mãe. Quando criança, o filho do submisso é uma pessoa indefinida e sempre segue alguém mais forte para se sentir forte. Opõe-se à professora porque esta lembra a mãe (autoridade). Já a filha ficará à procura de um homem forte, decidido e independente, no qual ela encontra seu belo lado masculino (forte, dominador, ativo, etc.).


  • Ausente: Indiferente e impotente, tal qual o submisso. Porém, é egoísta. Ao se esconder ou fugir nas horas de decisão, aparece como o sofredor que pede carinho.


  • Influencia: O filho (ou a filha) terá problemas na infância na definição de sua sexualidade entre 3 e 6 anos e mais tarde dos 12 aos 16. ficará procurando um amigo ou pai de amigo para com ele se identificar. A menina com um pai ausente ou submisso pode desenvolver uma personalidade masculina para enfrentar a mãe a partir de 3 anos de idade. (Um filme que mostra muito bem o mecanismo psicológico de identificação é Cinema Paradiso, em que Totó toma Alfredo como pai e ego ideal.)

  • Adulto: Honesto, digno, sincero, amigo, amoroso e trabalhador. É o pai ideal, que está de bem consigo mesmo e com os outros. Respeita os sentimentos e opiniões dos filhos. Mostra pelo exemplo o lado certo da vida. Aberto ao diálogo, sabe aconselhar sem impor. Dá apoio e sabe ser severo na hora certa.



Os pais que fazem sentir culpa



Pais interessados (consciente ou inconscientemente) em que seu filho saiba que são mais preparados e com mais experiência, utilizam a linguagem negativa, dando menos valor às ações ou atitudes dos filhos. Comentários do tipo “não corra, que você vai cair”, “tá vendo, eu te disse que esse armário era muito alto e você ia cair”, ou “você é um bagunceiro incorrigível”. São frases aparentemente neutras que todos os pais usamos algumas vez.


Os pais que tiram a importância das coisas


É fácil cair no hábito de dar menos importância aos problemas dos nossos filhos, sobretudo se realmente pensamos que seus problemas são pouca coisa, em comparação aos nossos. Comentários do tipo: “Ora, não se preocupe, com certeza amanhã vocês voltam a ser amigas!”, “não precisa tanta preocupação, com certeza você será aprovado, pois se preparou a semana toda”, pretendem tranquilizar imediatamente a criança ou ao jovem que está em meio a um conflito. Mas o resultado é uma rejeição quase imediata de um adulto que se mostra pouco ou nada receptivo a escutar.


Os pais que dão sermões


A palavra mais usada pelos pais em situações de “conferência ou sermão” é: deveria. São as típicas respostas que pretendem ensinar ao filho com base na nossa própria experiência, desdenhando sua caminhada diária e suas quedas.


Por último, devemos mencionar a quantidade de situações em que a comunicação é sinônimo de silêncio (ainda que pareça paradoxal). Na vida de um filho, como na de qualquer pessoa, existem ocasiões em que a relação mais adequada é a companhia, o apoio silencioso. Diante de um sermão do pai, é preferível, às vezes, um tapinha nas costas carregado de cumplicidade e afeto, uma atitude que demonstre disponibilidade e respeito pela dor ou sentimento negativo que sente o outro.


Mais e os pais Heróis onde estão?


Eles estão trabalhando duro, enfrentado ónibus lotados, grito de chefes enfurecidos, traficantes de drogas, médicos e enfermeiros descontentes com seus empregos, professores desqualificados, comendo pouco para deixar para o filho, fazendo milagre para esticar o dinheiro e comprar aquele ténis que seu filho esta precisando... ufa!!! graças a Deus que existe pais assim, verdadeiros HÉROIS!!!


Boa noite meus amigos e até a próxima postagem...


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